Formação da Campanha da Fraternidade 2016

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A Campanha da Fraternidade traz um tema ecumênico que discute o saneamento básico da nossa cidade, bairro e comunidades.

No dia 04 de fevereiro, os comunitários e agentes de pastoral participaram da formação para a Campanha da Fraternidade 2016 que visa prepara-los para as novenas nas casas das famílias e para este tempo de reflexão que segue a quaresma.

A Campanha da Fraternidade celebra e reflete sobre os problemas públicos que cercam o cuidado com a nossa “casa comum”, nosso planeta Terra. Junto a Igreja Católica, também se uniram as igrejas participantes do CONIC*, e o tema será discutido até na Alemanha com o objetivo de atuar coletivamente e ecumenicamente em favor da elaboração, implementação e acompanhamento dos Planos Municipais de Saneamento Básico.

O tema deste ano reflete sobre o tema da encíclica “Laudato si’ do Papa Francisco I: “Casa Comum, nossa responsabilidade”. Trata do cuidado que devemos ter com o Planeta Terra, nossa casa comum. A responsabilidade sobre este cuidado não cai somente sobre os órgãos governantes, mas sobre todos nós, que usamos e participamos deste meio.

O lema traz o versículo do livro de Amós: ““Quero ver o direito brotar como fonte e
correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5, 24)”. Amós foi um profeta que lutou pela saúde pública e denunciou sobre o caos social que existia.

O Objetivo Geral da campanha é “Assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”, mas especificamente Chamar atenção para a questão do saneamento básico no Brasil e sua importância para garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para todos.

O Saneamento básico é um direito humano fundamental e, como todos os outros direitos, requer a união de esforços entre sociedade civil e poder público no planejamento, na prestação de serviços e de cuidados especiais. Para isso, algumas medidas se fazem necessárias para que todas as pessoas possam ter saúde e vida dignas: o cuidado com o abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos, o controle de meios transmissores de doenças e drenagem de águas pluviais. Por isso, há que se ter em mente que “justiça ambiental” é parte integrante da “justiça social”.

Adaptado por Ana Cristhina

* Igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Presbiteriana Unida do Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Sirian Ortodoxa de Antioquia.

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